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O Mejprombank fez o seu ensaio no mercado do capital mundial."Pravda.ru", 20/10/2005.Depois do rating soberano da Rússia ter sido aumentado até o nível de investimentos, os bancos russos souberam duplicar as quantias dos fundos estrangeiros envolvidos e ativaram as operações com investidores ocidentais. No meio doutros o Banco Industrial Internacional também fez o seu primeiro ensaio no mercado financeiro mundial. É de notar que o Banco Industrial Internacional completou na véspera a envolver o crédito básico cindicado que é de 30 dólares norteamericanos. Segundo os organizadores do empréstimo, os que são Bank Austria Creditanstalt AG e Bankgesellschaft Berlin AG, as instituições de crédito ocidentais foram prontos a emprestar ao Mejprom a quantia aínda maior, porém, o Mejprom preferiu ficar no crédito pre-destinado. "Ao especificar esta quantia, o Banco tomou em conta as necessidades reais dele" - informou o Serviço de imprensa do Banco para o PRAVDA.RU. Assim, a primeira experiência de envolver os fundos estrangeiros se tornou muito feliz para o Mejprombank. É de informar que os fundos obtidos serão canalizados para melhorar as capacidades do Banco no campo de créditos corporativos no qual o banco é tradicionalmente um dos líderes. Os fundos ocidentais são uma substância muito atraente para bancos e companhias russos nos termos do comparativamente baixo valor. Um dos problemas básicos dos bancos russos é envolver os recursos de crédito. No interior do país o mercado interbancário tem emprestado os fundos caros e a curto prazo. No que se diz respeito aos mercados mundiais, os créditos são mais baratos e mais prolongados, na palavra dos analistas bancários. Assim, o Mejprombank obteve o empréstimo sendo a taxa LIBOR mais 2,5% anuais (ou a 7,08% anuais, aproximadamente), para 364 dias, sendo possivelmente prolongado aínda mais a um ano: os termos do gênero são praticamente impossíveis no mercado interbancário russo. Todavia, o crédito sindicado é muito difícil para envolver, pois, os bancos ocidentais inspeccionam escrupulosamente não só a posição financeira do debitor mas também como este corresponde às normas mundiais. A grande importância para eles é uma avaliação do debitor a fazer por agências de rating internacionais. O Mejprombank tem os ratings feitos por todas as três agências mundiais: Moody’s, Fitch e Standard & Poor’s. Esta última movimentou o rating de crédito a longo prazo atribuido ao Banco Industrial Internacional desde "B-" até "B" un dia antes do termo da sindicação. Simultaneamente, o rating de crédito a curto prazo "C" e o prognóstico de ratings "positivo" do Banco foram comprovados. Os peritos da S&P notaram o alto índice da suficiência do capital do Banco e seus bons resultados financeiros. O aumento dos ratings do Banco foi incapaz de exercer alguma influência nos termos do crédito, pois, a sindicação teve lugar uns meses antes das decisões tomadas pelas agências de rating. Porém, hoje em dia, o Mejprombank tem todo o poder contar com os termos mais vantajosos de envolver os fundos estrangeiros: por além dos ratings mais altos, o Banco agora goza da sua história de créditos nas instituições financeiras estrangeiras. É o fator beneficiante se tomarmos em consideração os planos ambiciosos do Mejprombank. Em particular, até ao fim do ano em curso este pretende despachar títulos europeus. Mas o Banco se recusou a chamar os parametros de despacho. É de notar que agora o boom de envolvimento de fundos estrangeiros se ve em progresso no sistema bancário russo. Segundo o Banco Central, no decorrer de Julho-Setembro, os bancos envolveram 6 bilhões de dólares norteamericanos dos fundos estrangeiros. Além do aumento do rating soberano da Rússia feito pelas três agências chave mundiais, a razão para fundos estrangeiros serem impetuosamente envolvidos em imensas quantias era o ambiente de mercado muito favorável, em particular, as taxas de percentagem do Banco Central Europeu que foram baixas. Segundo os prognósticos publicados pelo jornal "Vedomosti", a parte maior dos fundos emprestados estará canalizada a linhas de crédito clássicas das Companhias (taxas médias, segundo o Banco Central, são de 10-11%) e indivíduos (19-20%). |